segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

FUTEBOL NO INTERIOR CONTADA PELOS JOGOS PERDIDOS, RECORDAR É VIVER.



JP em Minas Gerais (parte II): Empate sem gols entre Tricordiano e Pouso Alegre no Elias Arbex!

Fala pessoal!
Após a rodada matutina na quarta-feira de manhã, saímos de Lavras com tempo mais do que suficiente para fazer uma boquinha para agüentarmos o tranco para a segunda partida do dia. Depois de um almoço muito natural e saboroso, corremos até a cidade de Três Corações para mais um jogo do Campeonato Mineiro da 2ªdivisão. A sessão vespertina aconteceria noEstádio Elias Arbex, com o jogo entre Tricordiano e o genial Pouso Alegre.
Chegamos cedo, e mesmo longe do Elias Arbex já vimos muitas pessoas com a camisa do time local se dirigindo ao estádio. Ao entrarmos no templo tricordiano, notamos que a partida teria um ótimo público mesmo em plena quarta-feira á tarde, dia útil de trabalho. Ao entrarmos no campo de jogo, fomos conversar com o pessoal dos dois times, que nos receberam muito bem. Todos são visitantes assíduos do JP, e aproveito para deixar um abraço a todos que conversaram conosco.
Depois desse ótimo bate-papo, já era hora do jogo começar. E as duas equipes entraram no gramado e foram devidamente fotografas pelas lentes do JP:

CA Tricordiano - Três Corações/MG. Foto: Fernando Martinez.


EQUIPE DO POUSO ALEGRE FC

Quarteto de arbitragem da partida, capitães dos times, e um ex-presidente -
Sr.VICTOR CUNHA, do Atlético-TC que foi homenageado antes do j
ogo começar. Foto: Fernando Martinez.

Vale registrar a presença do goleiro Aranha, velho conhecido de tempos do Barcelona e do Nacional, no time do Pouso Alegre. O mais legal é que o time dele está voltando ao profissionalismo em 2009 depois de estar afastado do profissionalismo desde os anos 90. 
E o mais legal dessa volta da equipe é que ela está vindo com uma boa campanha na Segundona. Não fosse a derrota em casa para o Guarani no final-de-semana o time estaria ainda mais perto da classificação.
E o time do Tricordiano, sucessor do tradicionalíssimo Atlético-TC, também está lutando contra o Pouso Alegre e o Varginha por uma vaga na Segunda Fase do campeonato. 
A vantagem do time da terra do Rei Pelé é que ele tem um jogo a menos em
 relação ao time tricolor. Uma eventual vitória em casa deixaria a equipe
com tudo muito bem encaminhado.



Atacante do Tricordiano encarando marcação de atleta do Pouso Alegre.
 Foto: Fernando Martinez.


Para acompanhar o jogo, que foi disputado novamente debaixo de um insuportável calor, eu e o The Watcher fomos buscar a única sombra que estava disponível dentro do campo. Ela ficava ao lado dos vestiários da arbitragem e perto da marca de escanteio do gol dos fundos do Elias Arbex. Mesmo sem mudar muito o ângulo das fotos, era ali que iríamos ficar pelos 90 minutos da partida. No primeiro tempo acabamos acompanhando o ataque do time da casa.



Saída do gol do arqueiro Aranha, evitando gol dos donos da casa na 
primeira etapa. Foto: Fernando Martinez.




Mas para quem achava que o Pouso Alegre, depois de perder para o Guarani, viria fechadinho e pronto para sofrer pressão do Tricordiano se enganou redondamente. 
A equipe local não fez uma boa partida, e a atuação do time deixou bastante a desejar.



Disputa de bola dentro da área do Pouso Alegre. 
Foto: Fernando Martinez.





Falta perigosa para o time visitante no primeiro tempo. 
Foto: Fernando Martinez.


Mas demorou para que o time visitante se desse conta disso, e durante 
os primeiros 25 minutos de partida não tivemos muitas emoções.
Após isso, o Pouso Alegre sentiu que o bicho não era tão feio assim e começou
 a mostrar mais determinação dentro do campo. O
 time então passou a criar mais chances de gol, o
 que deixou a torcida presente bastante irritada.




Visão da parte coberta do Elias Arbex, recebendo um grande público em 
plena quarta-feira à tarde. 
E na foto inferior a grande presença de público também no muro que fica nos
fundos do estádio. Economizar 5 reais pode fazer a diferença. 
Fotos: Fernando Martinez.






Ao final do primeiro tempo 0x0 no marcador e lá fomos nós para a
 lanchonete do estádio nos refrescarmos com muita água. 
Aproveitei a deixa e resolvi incrementar minha coleção de camisas com
 o uniforme 2009 do Tricordiano. E achei a camisa desse ano mais bonita 
do que a camisa do ano passado. Pena que o Pouso Alegre não 
tenha camisas para vender, mas deixamos a dica para o pessoal do clube.



Disputa de bola entre atletas do Tricordiano e do Pouso Alegre. 
Foto: Fernando Martinez.





Chegada do Pouso Alegre pela direita. Foto: Fernando Martinez.




Voltamos então para dentro de campo e fomos para a mesma sombra 
acompanhar agora o ataque do time visitante. E não nos arrependemos, 
já que o Pouso Alegre foi bastante perigoso. O time da casa voltou para
a segunda etapa ainda não conseguindo armar um bom ataque, 
e errava passes demais. Caso os visitantes tivessem um pouco 
mais de confiança no seu futebol, talvez conseguissem a vitória.



Jogador do time visitante correndo atrás da bola, sempre com a marcação 
da zaga da casa. Foto: Fernando Martinez.





Zagueiro do tricordiano fazendo falta em ataque adversário pela direita. Foto: Fernando Martinez.


Isso pois o time chegava sempre com perigo mas parecia que não
 acreditava que poderia marcar seu gol. E dentre várias oportunidades,
 a chance mais clara de gol aconteceu aos 20 minutos. 
Após bola cruzada da direita, um dos atacantes do time 
escorou para o meio da área. E o jogador Fabiano, 
sozinho e sem marcação, conseguiu a proeza de bater
errado na pelota e mesmo sem goleiro mandou a bola para fora.



A melhor chance do Pouso Alegre no jogo, mas o jogador 
Fabiano chutou para fora. Foto: Fernando Martinez.


A primeira chance do Tricordiano nessa segunda etapa aconteceu quase 
aos 30 minutos, em cobrança de falta que não levou perigo ao gol adversário. 
Somente por mais uma vez, também em cobrança de falta, o time mandante
chegaria perto do gol defendido pelo arqueiro Aranha. Mas a tônica geral do 
jogo foi o Pouso Alegre melhor e muito mais perigoso do que os donos da casa.
E no final o placar ficou mesmo em Tricordiano 0-0 Pouso Alegre
O time de Três Corações continua líder do grupo com seus 12 pontos e seis jogos disputados. O Pouso Alegre é vice-líder com 11 pontos, mas com um jogo a mais. 
O Varginha aparece com 10 pontos e também seis jogos até aqui. 
Duas vagas para três times em duas rodadas restantes.
No final de semana agora teremos um jogaço entre Varginha e Tricordiano,
e que pode definir muita coisa.
Após esse jogo, e já com o sentimento de dever cumprido e com mais três times novinhos na Lista, voltamos para a Fernão Dias rumo à capital paulistana.
 Ainda paramos numa loja na beira da estrada para comprarmos os 
famosos doces e queijos de Minas Gerais. Só o seu Natal deixou uma
grana preta em guloseimas diversas. 
E por volta das 9 da noite chegamos em São Paulo
 já pensando na próxima rodada fora de SP.
Até a próxima!


Fernando


FONTE: JOGOSPERDIDOS

AO Sr. VICTOR CUNHA O NOSSO OBRIGADO, POVO TRICORDIANO.

AS RUAS QUE SONHEI


Soletrado por Victor Cunha, tricordiano de maior coração...





(...) Em uma pequena cidade do interior, era muito comum identificar uma rua, citando o nome de um bar, de uma loja, ou de um estabelecimento qualquer, ou então, o nome do morador mais popular de uma esquina ou daquela rua! Três Corações não foi exceção, vejam só: Rua 10, ou Rua do Salão Paroquial ou Rua da Rádio Tropical; Rua 9, ou rua do José Sonja; Rua 5, a Rua do Sô Minguinho ou Rua da D. Cacilda; Rua 3, era a Rua do Ginásio; Rua da Calabresa,  Rua da D. Aida Rosa ou da Farmácia do SôLuciano, Rua do Matuck, atual Dr. Moacyr Resende, Esquina do Signorelli, hoje com um belíssimo prédio, Esquinada Sinuca do Sô Tufi,  Esquina da Casa do Alumínio, Subida do Sô Herculano ou Subida da Cotia, Alto do Peró, Subida Brigadeiro, Rua 40 ou rua da Zona da Prostituição, da boemia! E assim por diante!
Naquele tempo, existia uma celebridade popular em Três Corações... era o “Capotão”!. Ele vagava pelas ruas da cidade e também não saía da Rua 40. À noitinha, o “Capotão” quando encontrava com a gente na praça, ao lado das mocinhas ou das namoradas, reconhecendo toda turma, inocentemente perguntava:“Ô fulano, Cê vai lá hoje?!”...matava a gente de vergonha, pois todas elas sabiam da fama da Rua 40!!!
O jornal da cidade, “A Folha do Povo”, edição n. 177 de 25 de Setembro de 1920, publicou o seguinte artigo: “OS NOMES DAS NOSSAS RUAS E PRAÇAS”, logicamente, as ruas da cidade, pois acreditamos que naquela época não existia nenhum bairro!
Não sei como, consegui cópia da página daquele jornal e uma cópia do mapa da cidade! Com um trabalho de pesquisa, perguntas daqui e dali, identificamos quase todas as ruas, por exemplo:
=Rua 1, Rua do Comércio, ou Rua da Cotia, é a Rua Cabo Benedito Alves;
=1ª Avenida, ou Rua 15 de Novembro e Rua Direita, é a Avenida Getúlio Vargas
=Praça 7 de Setembro, depois Praça da Maçonaria, ou  Praça Tenente Palestino
=Beco da Fumaça, Rua 18, Rua Luciano Pereira Penha, Calçadão 18, hoje Calçadão Jamil Auad
=Rua José Rodrigues, ou Rua Rui Barbosa, Rua do Rosário, é a atual Rua Julião Arbex
=Rua 40, a mais famosa delas, a rua da boemia, hoje é a Rua Samuel Brasil
E muitas outras, Praça do Fórum, Praça do Cine Zuza, Praça da Maçonaria, Praça da Estação, Praça do Cristo, etc. e assim por diante.
            Quase ninguém conhecia as ruas e as praças pelos seus verdadeiros nomes!
            Das 50 Ruas publicadas no jornal de 1920, ficou claro que não existiam as ruas, 23, 25, 27, 29, 33, 35, 37, 39, 4l, 43, 45, 47 e 49, pois não as localizamos e nem conseguimos saber o motivo!
            Nossa querida e saudosa tricordiana, Maria Isabel Câmara, publicou uma belíssima crônica sobre Três Corações, relembrando seu Avô Miguel Ferreiro que morava na Rua 6, e em um de seus trechos, ela escreveu o seguinte: “Não adianta querer esconder!...todo mundo tem um segredo perdido numa rua, seja ela de Londres, Paris, Barcelona, Nova York ou Três Corações!”
Gente, maravilhoso! Não deixa de ser verdade! Existe sempre uma rua que marca para sempre alguma coisa interessante ou importante de nossa vida, uma serenata, a namorada, um roubo de jabuticaba, de laranja ou de uva, roda de pião, uma pelada de futebol e outras brincadeiras... são as ruas que sonhamos!
            Não me esqueço nunca da Rua do Ginásio, hoje Rua Nelson Resende Fonseca, quando roubávamos pêra nos fundos do quintal do Palacete do Sô Adolfo Sant´Ana! No final da década dos anos 30 do Século XX, com menos de 10 anos de idade, não me esqueço das “peladinhas” que jogávamos quase todas as tardes, lá na Rua 2, ou Rua do Regimento, a Rua 7 de Setembro! Todas às vezes que vou ao Trailer do Barbosa, em frente à Pensão Ferreira (Hotel Rio Branco), vejo com saudade em minha mente o Sô João Russo, antigo proprietário da pensão, sentado em uma cadeira na calçada, em frente ao portão da pensão, ao lado do SôLuiz de Barros, proprietário da Carpintaria São José, com o cão Galante deitado aos seus pés, todos assistindo a algazarra que fazíamos!
            É lógico que eu também tenho a rua dos meus sonhos, das minhas lembranças, aliás, são muitas ruas, são todas as ruas da minha cidade, com um carinho especial para as duas ruas mais importantes da minha infância, da adolescência, e porque não dizer da minha vida: a primeira, a Avenida das Flores, depois Rua 6 ou Rua do Paredão do Bonésio, atual Rua Professor José Brasiliense Avelar; e a segunda, a Rua 3, ou Rua 28 de Setembro, depois Rua de Trás e agora Barão do Rio Branco! Às vezes, sempre quando saio para dar uma voltinha, paro um pouco na esquina da Rua 6 com a Rua 3, e ficou imaginando quantas vezes já brinquei e passei por aquelas duas ruas! Como tudo se modificou, as casas, os moradores, as ruas, os amigos que se foram!
Tudo ficou na saudade!..são as ruas que sonhei!
Esta crônica foi inspirada na “Crônica de Uma Cidade”, da Maria Isabel Câmara, e no samba do Paulinho da Viola, “As Ruas que Sonhei”, gravado com ele ao violão e Luciana Rabelo ao cavaquinho, ambos vocalizando...que lindo! Vale à pena ouvir até ao fim!

- As fotos são de algumas ruas de Três Corações, acervo Victor Cunha.

AO Sr. VICTOR CUNHA O NOSSO OBRIGADO, POVO TRICORDIANO.


Quarteto de arbitragem da partida, capitães dos times, e um ex-presidente -
Sr.VICTOR CUNHA, do Atlético-TC que foi homenageado antes do j
ogo começar. Foto: Fernando Martinez.


Conheça as obras de Victor Cunha  


Continuando este trabalho de pesquisas para juntá-Las em um CD, 
esclareco que a finalidade nada mais é do que levar a todos os tricordianos 
que quiseram apreciá-lo, a oportunidade de lembrar daquilo que foi bom
no decorrer do Século XX, no Brasil e também aqui em Três Corações.
Alguns arquivos são meus, outros com amigos, em grande parte com o Xexente, 
aos quais agrade de coração, pois sem esta colaboração nada poderia ser realizado.
Neste CD, estão registrados alguns Sambas-Enredo do Carnaval Tricordiano, 
o Hino do Atlético gravado recentemente pela Banda União Rioverdense, 
sob o comando do Maestro Edgar Arcanjo, algumas faixas do Bando da
Lua que seguiu para os "States' em companhia da Carmem Miranda, 
alguma coisa interessante sobre o Natal, composições do Pelé 
e uma faixa inédita de Sílvio Caldas com Elizeth Cardoso.
Tentarei pesquisar por mais algum tempo, juntar mais obras 
de nossa terra e do Brasil, que, no meu ponto de vista, 
são "Raridades", e para que todos possam apreciá-las.
Sem mais, até uma próxima edição de "Raridades", se Deus quiser!
Victor Cunha - Três Corações, fevereiro de 2002.
01-Hino do Atlético - Banda União Rioverdense –
 Instrumental-2001
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02-Hino do Atlético - Banda União Rioverdense e Coro - 2001
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03-Eute amo meu Brasil - Chico do Trombone - 1974
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Alguns Sambas Enredodo Tricordianos
04-Alegria do Povo - JANJUMÔ - 1980 –
Autor:Assad Gadbem - Interpretação de Johnny Miller
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05-Frattini, o Dono da Festa - POR ACASO - 1980 –
Autores: Tadeu Neder e Márcio Santana
{mp3}victorcunhaaudio/r0205{/mp3}
06-Homenagem ao Cabo Benedito Alves –
UNIDOS DA COTIA - 1980 - Autor:Milinho -
Intérprete:WALMIRA
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07-Pra Reviver,Pra recordar - ANHADOA - 1980 –
Autor e Intérprete:Kleber da Cunha e Couro
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08-Visita Imperial - POR ACASO - 1975 –
Autores:Tadeus Neder e Paulo Sérgio Arbex - Intérprete:Marly
{mp3}victorcunhaaudio/r0208{/mp3}
09-Passado e Presente - ANHADOA - 1975 –
Intérprete:Paulinho Moraes(da viola) e Coro
{mp3}victorcunhaaudio/r0209{/mp3}
11-Lendas de São Tomé-JAJUMÔ - 1976 –
Autor:Dimas Resck - Intérprete:Oliveira Silva, Marly e Coro
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12-Comemorações Africanas na Bahia - POR ACASO –
1976 - Autor:Victor Cunha - Intérprete:Marly e Coro
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13-O Velho Bandeirante - ANHADOA - 1976 –
Autor e Intérprete:Kleberda Cunha e Coro
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Pelé
14-Cidade Grande-Autor - Pelé –
Intérprete:J. Rodrigues e Pelé-1981
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15-Moleque Danado - 1979 –
Autor e Intérprete:Pelé
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16-Criança - 1979 - Autor e Intérprete:Pelé
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Natal
17-Sinos de Belém - 1967 - Maria Regina Cordovil(5 anos de idade)
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18-Carta a Papai Noel - 1967 - Maria Regina Cordovil
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19-Adeste Fideles - 1967 - Titulares do Ritmo
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Sílvio Caldas e Elizeth Cardodo
20-O amor é assim
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21-Cabrocha do Rocha
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Bando da Lua nos States (Documentário) - 1949
22-Chiquita Bacana
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23-Aquarela do Braasil/Na Baixa do Sapateiro (Bahia)
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24-Aquarela do Brasil
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FONTE: RÁDIO TROPICAL / ESPAÇO VICTOR CUNHA





Paulo Morais disse...







Seu Victor Cunha é o cara! Merece o respeito de todos na cidade. 



FONTE: BLOGSOLETRAÇÃO

Alan Mineiro pode estar de saída do Paulista de Jundiaí -SP.

Um dos destaques do Paulista na conquista do título da Copa Paulista, o meia Alan Mineiro pode deixar o Jayme Cintra antes do início da próxima temporada.
O jogador teria recebido uma tentadora oferta de um time do exterior – cogita-se, japonês – e estaria tentado a aceitá-la.
Os rumores de que Alan Mineiro está mesmo de saída do Paulista ganharam força nesta quinta-feira, quando o jogador nem sequer participou do treino comandado pelo técnico Sérgio Baresi. Ele também não foi relacionado para o jogo-treino desta sexta-feira, diante do Sinop-MT.
Quem também não participa do jogo-treino é o atacante Mike, que ficará a próxima semana em tratamento médico, por conta de uma contusão sofrida no músculo anterior da coxa direita.
FONTE: MEUPAULISTA.COM.BR 

domingo, 1 de janeiro de 2012

PRIMEIRO TIME DE FUTEBOL FORMADO POR ANÔES

COMPLETA QUATRO ANOS.

Mensagempor Rogerio 
Imagem
BELÉM (PA) - Muita gente não lembra ou desconhece, mas foi em Belém que 
surgiu o primeiro time de futebol formado só por anões do mundo. 
O Gigantes do Norte, surgido da “costela” da Tuna Luso, já é conhecido 
internacionalmente, e ontem completou um ano de atividades. 
Já são 25 pessoas entre jogadores e comissão técnica que integram a equipe. 
A comemoração ficará para dezembro, mês em que dez jogos já estão
 agendados pelo interior. A primeira partida da equipe foi no dia 
12 de janeiro deste ano, no município de Bragança, 
e foi cercada de expectativas. 
Será que um time de anões iria dar certo? Pois deu, e com direito 
à festa da população bragantina. Os anões jogaram para um público 
de três mil pessoas e venceram um selecionado de deficientes 
do município pelo placar elástico de 8 a 1. Mas não é só no Pará 
que o time do serelepe Vagner Love – o genérico do craque do CSKA, 
da Rússia – e companhia é conhecido. Durante o ano, vários jornais
 ingleses fizeram matérias sobre a equipe. As chamadas eram
 estampadas com dizeres como “anões brasileiros que 
são gigantes no futebol”, ou “time de anões alcança as alturas”. 
O certo é que hoje o Gigantes do Norte já alcançou a fronteira do sucesso. 
O técnico Carlos Lucena, atualmente desempregado de time “normal”
de futebol,
foi quem teve a boa sacada de formar o grupo. Ele acredita que o principal 
objetivo
 já foi conquistado. “Minha intenção era fazer do futebol um instrumento 
de inclusão social, tirando os anões do ostracismo”, avalia. 
Agora a equipe parte para mais um objetivo. Atualmente, 
cada integrante recebe de R$ 80,00 a R$ 120,00 por partida.
Lucena aposta que no próximo ano a equipe consiga patrocínio 
para implantar uma folha salarial. (Diário do Pará)

FONTE: gasparoide.blogspot.com