terça-feira, 1 de maio de 2012

PARABÉNS PROF.FERRETI PELA CAMPANHA NO SUL AMERICANO DE FUTSAL


Estatísticas

Melhor AtaqueBrasil Brasil45 Gols
Pior AtaqueBolívia Bolívia11 Gols
Melhor DefesaArgentina Argentina6 Gols sofridos
Pior DefesaBolívia Bolívia37 Gols sofridos
Mais GoleadasBrasil Brasil5 Goleadas
Mais VitóriasBrasil Brasil5 Vitórias
Menos VitóriasEquador Equador0 Vitórias
Mais EmpatesParaguai Paraguai1 Empates
Mais DerrotasEquador Equador5 Derrotas
Menos DerrotasParaguai Paraguai1 Derrotas
Max. Jogos sem PerderBrasil Brasil4 Jogos




FONTE: OGOL.COM.BR

O REI PELÉ VIRÁ A TRÊS CORAÇÕES NO ANIVERSÁRIO DA CIDADE?????

1º DE MAIO DE 2012, 18 ANOS SEM SENNA


Em 1º de maio de 1994, o tricampeão mundial de Fórmula 1 morreu no GP de San Marino. 


Ayrton Senna, da McLaren durante GP Brasil de 1991


As imagens ficarão gravadas como um raio na memória dos brasileiros. Na sétima volta do Grande Prêmio de San Marino, no autódromo de Ímola, na Itália, Ayrton Senna passa direto pela curva Tamburello, a 300 quilômetros por hora, e espatifa-se no muro de concreto. À 1h40 da tarde, hora do Brasil, um boletim médico do hospital Maggiore de Bolonha, para onde o piloto foi levado de helicóptero, anunciou a morte cerebral de Ayrton Senna. Não havia mais nada a fazer. Ayrton Senna da Silva, 34 anos, tricampeão mundial de Fórmula 1, 41 vitórias em Grandes Prêmios, 65 pole-positions, um dos maiores fenômenos de todos os tempos no automobilismo, estava morto.


FONTE: VEJA ON LINE

EDSON ALVES- HOMENAGEM OS PELÉS AO EDINHO DO SAMBA E DO FUTEBOL AMADOR DA TERRA DO REI PELÉ.

POR: PROF.Ms.EDISON SANTOS

edson_alves100.jpg
Presidente  da  Liga Esportiva Tricordiana (Edison Alves)


          EDSON ALVES MAIS CONHECIDO COMO EDINHO , UM SAMBISTA DE PRIMEIRA E UM AMANTE CONHECEDOR DO FUTEBOL AMADOR E PROFISSIONAL.

      TÉCNICO DE FUTEBOL NAS CATEGORIAS DE BASE DO NOVA LIMA DE TRÊS CORAÇÕES-MG UMA EQUIPE DA TERRA DO REI DO FUTEBOL.
    
 EDINHO TREINAVA AS CATEGORIAS DE BASE E TAMBÉM COMANDAVA A EQUIPE PRINCIPAL NO CAMPEONATO AMADOR DA CIDADE. 
   
 EDINHO FOI POR MUITO TEMPO PRESIDENTE DO VILA NOVA FUTEBOL CLUBE, FOI PRESIDENTE DA LIGA TRICORDIANA DE FUTEBOL AMADOR COM BELOS SERVIÇOS PRESTADOS AO FUTEBOL ,TRICORDIANO E MINEIRO.
  
  ELE FOI UM DOS RESPONSÁVEL DA PROFISSIONALIZAÇÃO DA EQUIPE AMADORA DO NOVA LIMA PARA A DISPUTA DO CAMPEONATO MINEIRO DA SEGUNDA DIVISÃO, RECUPERANDO A VAGA QUE O ACTC HAVIA PERDIDO, COM A PROFISSIONALIZAÇÃO DO NOVA LIMA A VOLTA DO FUTEBOL PROFISSIONAL NA TERRA DOS CORAÇÕES.
   NA TERRA DO REI DO FUTEBOL TORNOU-SE MAIS FÁCIL E MAIS RÁPIDA . 
  
 EDINHO TAMBÉM FAZIA PARTE DA ESCOLA DE SAMBA JAJUMO UMA DAS RELÍQUIAS DO SAMBA TRICORDIANO, QUE FAZ PARTE DA HISTORIA DA CULTURA 
TRICORDIANA E DOS SUL DE MINAS .
    EDSON ALVES COM O DESAPARECIMENTO DO CARNAVAL DE ESCOLAS DE SAMBA COM OS DESFILES MEMORÁVEIS DE TRÊS CORAÇÕES E SUL DE MINAS,

   FOI OBRIGADO, PARA NÃO ACABAR O CARNAVAL DA CIDADE DO REI PELÉ, CRIOU O BLOCO ACADÊMICO DO MORRO QUE COM O TEMPO TRANSFORMOU EM ESCOLA DE SAMBA ACADÊMICO DO MORRO, ONDE VEM A MUITOS ANOS SENDO A PRINCIPAL    
   ATRACÃO DO CARNAVAL TRICORDIANO. EDINHO SEMPRE INCENTIVOU A CRIAÇÃO DOS BLOCOS EM TRÊS CORAÇÕES, COMO O BLOCO DA VAQUINHA, BLOCO DO GODI , BLOCO DO LOURIVAL(MONTE ALEGRE) BLOCO DA COTIA.
    E OUTROS BLOCOS E ESCOLAS DE SAMBA DA CIDADE, NÃO EXISTE CARNAVAL EM TRÊS CORAÇÕES SEM O EDINHO.

   EDSON ALVES SOFRE CALADO TODAS AS SITUAÇÕES ADVERSAS TANTO NO CARNAVAL COMO NO FUTEBOL TRICORDIANO, ELE É UM GRANDE INJUSTIÇADO COMO OUTROS NA CIDADE DO REI PELÉ, COMO O SAMBA O FUTEBOL NÃO VIVES       

   SEM O COMPETENTE, HUMILDE , AMIGO É CONHECIDO EM TODOS OS LUGARES , TANTO EM FEDERAÇÃO, LIGAS OU ESCOLAS DE SAMBA DO SUDESTE BRASILEIRO.

EDINHO REALIZADOR DESDE CONCURSOS DE MULATAS .COMO TORNEIO DE BAIRROS, TORNEIO NO DIA DA CIDADE, JOGOS COM EQUIPES PROFISSIONAIS COMO GALÍCIA,INTER E VASCO.

SEMPRE COMO ORGANIZADOR E COORDENADOR EDINHO ESTEVE A FRENTE MOSTRANDO AMOR POR TRÊS CORAÇÕES.

É UM HOMEM QUE SEMPRE REVERENCIOU O REI PELÉ EM NOSSA CIDADE. POSSO FALAR DE EDINHO PORQUE CONHECI SUA MÃE E CONHEÇO SEUS IRMÃOS E O SEUS TRABALHOS EM NOSSA CIDADE .
    POR ISSO HOJE DIA DO TRABALHADOR PARABÉNS E OBRIGADO POR TUDO SENHOR EDSON ALVES. ( EDINHO DO SAMBA E DO CARNAVAL TRICORDIANO),               EDINHO IGUAL O REI TINHA QUE TER NASCIDO EM TRÊS CORAÇÕES-MG. ELE TEM 3 CORAÇÃO.

FONTE: O MEU CORAÇÃO ( TRÊS CORAÇÃO)

NOTICIAS DO CLUBE ATLÉTICO TRICORDIANO ,QUE PREPARA PARA ELEIÇÃO DE NOVA DIRETORIA.


POR: PROF.Ms.EDISON SANTOS

     Após o último jogo pelo Módulo II, do Campeonato Mineiro, que realizado contra o Vulcão
Com a vitória em casa, no Elias Arbex , o Tricordiano encerrou sua participação no Campeonato Mineiro.

 O Presidente Kuid concedeu entrevista para os veículos de imprensa presentes.
     Na ocasião, ele pediu desculpas  e não se eximiu da culpa de não atender os anseios de todos: 
o acesso ao Módulo I.
    A partir de agora, segundo o presidente, o time será desfeito. Mas sentiu aliviado do Clube não ter sido rebaixado a segunda divisão do Mineiro e coloca o cargo de presidente a disposição, 
vai haver a eleição e não tenho nenhum animo de continuar comandar o destino do Tricordiano, afirma Kuid.



FONTE: ENTREVISTA NAS RÁDIOS DA CIDADE DE TC

História do Valério, maior clube de Itabira, é destaque em reportagem do Globo Esporte


por Via Comercial

O Botafogo foi campeão estadual em 1957 com uma campanha impecável. Das 22 partidas que disputou, perdeu apenas duas, e aplicou goleadas históricas na competição. O Fluminense, por exemplo, levou incríveis 6 a 2, com cinco gols de Paulo Valentim, no jogo que decidiu o título, em um Maracanã lotado. Porém, esse mesmo esquadrão botafoguense foi derrotado em um amistoso realizado em Minas Gerais, 
dez meses antes. Com a base que viria a encantar o Brasil e o mundo na Copa de 1958, o time da Estrela Solitária foi a Itabira, a 104 quilômetros de Belo Horizonte e terra natal do poeta Carlos Drummond de Andrade, encarar o Valeriodoce, time fundado por funcionários da então empresa estatal Vale do Rio Doce, de onde vem o pitoresco nome do time.
Em 17 de fevereiro de 1957, sob forte chuva e passando sobre todas as “pedras que tinham no caminho“, como diria Drummond, o Valeriodoce bateu o Botafogo, com Nílton Santos, Didi e Garrincha em campo, por 2 a 1. Nino e Vitorino fizeram os gols do time mineiro, e Pampolini, o gol carioca. A façanha dos itabiranos virou notícia no Brasil inteiro, como lembra Chiquinho Alfaiate, que esteve nas arquibancadas
 do estádio Israel Pinheiro naquela tarde.
- O primeiro tempo terminou empatado por 1 a 1. No intervalo, choveu muito. Foi uma tempestade horrível. Na volta, Garrincha voltou jogando na meia esquerda, porque o Gabiroba, nosso lateral, 
fez uma marcação muito boa em cima dele. Aí, com o principal jogador deles fora de posição, 
o Valério tomou conta do jogo. Só que nosso segundo gol foi meio sem querer. 
O Vitorino tentou cruzar, a bola fez uma curva por causa do vento e enganou o Beto, 
goleiro deles.
 Lembro-me perfeitamente, como se fosse ontem.


Um alfaiate de 95 anos



Chiquinho Alfaiate faz parte da história do Valério 
(Foto: Marco Antônio Astoni / Globoesporte.com)

Francisco de Almeida nasceu em Itabira em 9 de março de 1915. Ele esteve no time titular do Valério, na primeira partida da história, uma derrota por 6 a 2 para o América-MG, em uma equipe que contava com jogadores como Zezé Mexe Mexe, Besouro e Turquinho.
Chiquinho Alfaiate, apelido ganho por causa da profissão que exerceu por 80 anos, conta que entrou no time meio sem querer. Atleta do Clube Atlético Itabirano, time tradicional da época, foi convidado a participar do treino do Valério e acabou jogando os primeiros jogos da equipe.
Com 95 anos e 1,50m de altura, tem memória e lucidez que impressionam. Seu jeito doce e afável conquista à primeira vista. Pai de dois filhos, tem seis netos e duas bisnetas. As lembranças do alfaiate trazem à tona memórias impagáveis. Com riqueza de detalhes, ele lembrou que o jogo contra o Botafogo foi apenas um passatempo para Garrincha, em sua visita a Itabira.
- O Valério ofereceu um baile para os jogadores do Botafogo depois do jogo, como era comum na época. O Garrincha passou toda a partida perguntando aos seus marcadores se ia ter muita mulher na festa.
“E agora, Mané?”, perguntaria o poeta. Segundo Chiquinho, o anjo de pernas tortas descobriu, durante o baile, que Itabira tinha mesmo muitas garotas bonitas…
Chiquinho Alfaiate, fã confesso de Garrincha, elogiou outro botafoguense, o ponta-esquerda paraguaio Cañete, titular naquela partida.
- O Cañete elogiou muito nossa cidade e disse estar feliz por conhecer uma região tão rica em ferro. Isso mostra respeito e conhecimento da nossa história. Todos aqui gostaram muito dele.


Personagem e lembranças
O Valério pode ter a alma de Itabira, a poesia de Drummond e a cara de Chiquinho Alfaiate. Mas o umbigo é de Vicente Lage, o 109. A família Lage morava em um terreno próximo a uma das minas da Vale do Rio Doce. Como era tradição na época, os Lage enterraram o umbigo do recém-nascido Vicente no quintal de casa, onde, alguns anos mais tarde, Garrincha e Didi desfilariam todo o talento que deram dois títulos mundiais à Seleção Brasileira. A Companhia Vale do Rio Doce comprou a casa, pouco tempo depois do nascimento de Vicente, e construiu o estádio Israel Pinheiro no local.



Vicente Lage, o 109, com Didi, ídolo alvinegro: marcação implacável 
(Foto: arquivo do jornal O TREM itabirano)

O menino Vicente cresceu e virou titular do Valério. E teve a dura missão de marcar o mestre Didi,
 no famoso duelo contra o Botafogo. Com a memória tão rica quanto sua história no futebol, 
109 falou sobre a inesquecível partida.
- Esse jogo preocupava muito a direção técnica do Valério. O Botafogo ostentava, 
naquela ocasião, três baluartes do nosso futebol: Nilton Santos, Didi e Garrincha, entre
 outros jogadores.A preocupação do nosso treinador era anular o Didi, com medo de 
tomar uma goleada.Eu fui designado a marcá-lo e tive êxito de fazer bem o meu trabalho, 
conseguindo marcar um dos melhores jogadores do Brasil.
Mas o tempo, como se fosse Drummond, disse a 109: “Vai, Vicente, ser gauche na vida.” E ele foi. Virou treinador de futebol, coordenador, supervisor e diretor técnico. Trabalhou nos três maiores clubes de Minas Gerais: América-MG, Atlético-MG e Cruzeiro. Conheceu o mundo. Fez amizade com figurões, como Cruyff, Telê Santana e Didi. Foi – e ainda é – respeitado por todas as torcidas. E conquistou o maior título da história do Uberlândia. Foi técnico da histórica campanha na Taça de Prata de 1984, equivalente à série B do Campeonato Brasileiro de hoje.
Vicente Lage explicou a origem do apelido 109.
- Em 1955, o Valério disputou o Campeonato Mineiro do Interior, com as seleções de Caxambu, Uberaba e Curvelo. O Valeriodoce levou uma goleada de 6 a 2 do Caxambu, e um tal de 109 fez três gols e acabou com o jogo. Quando o time voltou a Itabira, falaram que eu tinha um futebol parecido com o dele. Na época, eu jogava no juvenil. O apelido pegou, começaram a me chamar de 109 e nunca mais pararam.
 Deu sorte.

Dias de glória

Além da histórica vitória sobre o Botafogo, o Valério tem outras páginas dignas de orgulho, como as 19 vitórias sobre o Atlético-MG ao longo dos anos, sendo uma por impiedosos 4 a 0, em um amistoso no Israel Pinheiro, em 1967. Contra o Cruzeiro, não é diferente. O time itabirano já bateu o adversário da capital dez vezes, sendo uma delas marcante. A academia cruzeirense de Raul, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão só perdeu um jogo oficial para times brasileiros em 1966 e foi justamente para o Valério.
 Em 26 de outubro, Nerival fez o gol solitário que deixou o Mineirão calado e impediu o título estadual invicto do Cruzeiro. Enfim, o hábito de sofrer, que tanto divertiu o poeta, não foi parte da história do
 clube de sua terra natal naqueles tempos.
Em âmbito nacional, o Valério também já teve bons momentos. O time disputou a série B do 
Campeonato Brasileiro em 1988 e 1989 e a série C em 1994 e 1995. 
A melhor campanha foi em 1988, quando, por muito pouco, o time não conseguiu o
acesso à elite do futebol nacional. O Valério chegou até a fase semifinal e foi eliminado 
por Inter de Limeira e Náutico.
A galeria de troféus do Valério conta com um título da segunda divisão mineira, 
em 1965, e dois Torneios Inícios do Campeonato Mineiro, em 1962 e 1969.

Itabira e Drummond


 
Carlos Drummond de Andrade, um dos maiores poetas da língua portuguesa de todos os tempos e filho mais ilustre de Itabira, “cidadezinha qualquer, casas entre bananeiras, mulheres entre laranjeiras”, como definiu uma vez, também tem ligações históricas com o Valério. Torcedor declarado do Vasco, Drummond assumiu publicamente seu amor ao clube itabirano ao receber, entre os presentes de uma cesta de Natal, em festa da repartição onde trabalhava, no Rio de Janeiro, uma camisa do Valério. O poeta fez uma pausa em seu discurso e pediu licença ao Vasco para propor uma homenagem ao ‘Dragão vermelho e branco’ de sua terra natal.
O Valério planeja resgatar essa história para captar novos torcedores entre a juventude itabirana. O assessor de comunicação do clube, José Norberto, falou sobre o projeto.
- Queremos reviver a aproximação de Drummond com o Valério. Nós entendemos que isso é muito importante para Itabira, para a comunidade e para o próprio clube. Aqui na cidade, temos um projeto, o ‘Caminhos Drummondianos’, que fala dos vários momentos do poeta, que se relacionam a este sentimento de amor ao Valeriodoce.

Apogeu e queda

Mas vão-se longe os tempos de glória do Dragão de Itabira. O time foi rebaixado para a terceira divisão do Campeonato Mineiro em 2010, com uma campanha vexatória, que culminou com uma humilhante goleada de 5 a 0 para o Formiga, na última rodada do Módulo II. O clube, hoje abandonado pelas empresas da cidade, correu o risco de fechar as portas para o futebol profissional. A situação é motivo de lamento pelos dirigentes do Dragão. A atual diretoria tomou posse em 2009 e sofre com dívidas e processos trabalhistas que o clube tem de enfrentar.
O vice-presidente do clube, Luzardo Drummond Filho, sócio do Valério há 30 anos, reconhece as dificuldades, mas sonha recolocar o Dragão, em breve, na elite do futebol mineiro.
- É lamentável. Hoje nós não temos nenhum apoio da iniciativa privada. É muito difícil. Quem investe aqui são as pessoas que amam o Valério. A solução só pode vir das categorias de base. Com um bom projeto, creio que, em cinco anos, estaremos bem novamente, encarando Atlético-MG e Cruzeiro na primeira divisão, como sempre fizemos nas velhas e boas épocas.

Novos tempos



José Norberto, Luzardo Drummond Filho e Ceomar Santos 
(Foto: Marco Astoni / Globoesporte.com)

Um grupo de itabiranos, comandado por Ceomar Santos, considerado o mais fanático valeriano da cidade, sonha retomar os bons tempos e fazer o Dragão deixar de ser apenas uma “fotografia na parede”. Ceomar, economista e radialista em Itabira, fundou a Associação dos Amigos e Amigas do Valério, que visa, entre outras ações, a captar verbas para ajudar o clube a sanar seus problemas financeiros.
- O Valério hoje está nessa luta. Nós formamos esta associação, que foi uma ideia que surgiu de vários valerianos, no sentido de formar uma força que permita dar soluções econômicas e financeiras ao clube. Queremos também criar projetos sociais para crianças, adolescentes e famílias. E fazer o Valério voltar a ser uma grande instituição esportiva, social e cultural.
Como disse Drummond em um de seus poemas, “futebol se joga na alma”. Por isso, não custa nada sonhar com dias melhores para o Dragão, apesar de todas as dificuldades. O entusiasmo de gente como Chiquinho Alfaiate, 109, Luzardo e Ceomar pode fazer o Valério voltar a ocupar o lugar de destaque que já teve no futebol mineiro. 
Mesmo com todas as “pedras que existem no caminho”.
(Globoesporte)

A CULPA É DE QUEM ????????


Triste!!! Tem time mineiro às portas da falência




   O Valeriodoce, um dos mais tradicionais clubes do interior de Minas Gerais, está muito próximo de ter de encerrar suas atividades no futebol profissional. Sediado em Itabira, terra do poeta Carlos Drummond de Andrade, a 100 quilômetros de Belo Horizonte, o Valério passa pela pior crise financeira de sua história. A situação é tão crítica que até a energia elétrica do clube será cortada pela Cemig na próxima sexta-feira.
  Para debater esse panorama delicado, nesta quarta-feira 6, na Associação Comercial de Itabira (Acita), às 19 horas, o presidente do clube, Paulo Henrique Gomes de Figueiredo, juntamente com pessoas responsáveis por instituições e imprensa, discutirão temas fundamentais sobre o futuro da agremiação.
  O Valeriodoce se encontra agravado em uma crise financeira e busca soluções para se reerguer e se estruturar para continuar a ser um dos clubes mais respeitados de Minas Gerais.
  O Valério tem um grande desequilíbrio financeiro por causa da falta de recursos e pela crise que muitos clubes brasileiros enfrentam por não ter a obtenção da Certidão Negativa de Débito (CND), documento que é essencial para o repasse de recursos.
  O impedimento para a emissão da CND repousa sobre enormes dívidas com o INSS e o FGTS, entre outros tributos federais. O clube ainda sofre com o baixo número de sócios, cerca de 400, para obter o equilíbrio financeiro. Hoje, o clube necessita triplicar este quantitativo.
  Fundado em 22 de novembro de 1942 e subvencionado por longos anos pela Companhia Vale do Rio Doce, a exemplo da Desportiva-ES, o Valério começou a flertar com o precipício há nove anos, quando foi rebaixado para a Segunda Divisão de Minas Gerais. Em 2003 o time alvirrubro conseguiu retornar à elite, porém, novo rebaixamento ocorrido no ano seguinte condenou a equipe a uma crise sem precedentes.
  Para piorar o que já era ruim, a Justiça do Trabalho determinou recentemente o bloqueio de 70% de todos os recursos do Valério para quitar antigos débitos com atletas. Para o presidente Paulo Henrique, só existe uma luz no fim do túnel: uma ajuda substancial da Vale ancorada na Lei de Incentivo ao Esporte. Nesse sentido, o clube já tem um projeto aprovado pelo Ministério do Esporte e agora parte para a captação dos recursos que possam tirar o Valério do abismo.
 O Valeriodoce Esporte Clube, o Dragão de Itabira, não pode morrer. Três vezes campeão mineiro de Juniores (1986 e 1989/1990) e detentor de ótimas campanhas na Primeira Divisão de Minas, o clube clama por socorro e espera receber da iniciativa privada do município o auxílio imprescindível e urgente.


FONTE: FUTEBOLINTERIOR.COM.BR