sábado, 18 de maio de 2013

FUNORTE EC DE MONTES CLAROS JÁ PENSA NA SEGUNDONA MINEIRA -2013



Por:  Christiano Jilvan

Cidade de Montes Claros volta a ter dois times na mesma competição profissional após 19 anos; Luiz Eduardo é favorito na lista tríplice e Tombense ficou apenas na sondagem

Assim como o Montes Claros FC, o Funorte confirmou na última sexta-feira (10), no departamento de futebol da FMF, a participação no Campeonato Mineiro da Segunda Divisão, com início previsto para agosto. Será a primeira vez, desde 1994, que a cidade terá dois times profissionais em atividade numa mesma disputa. Naquele ano, o próprio Montes Claros e o Ateneu disputaram a Segunda Divisão e nos dois confrontos, empataram sem gols.
Cristiano Júnior, diretor executivo do FEC (Foto: De Veneta)
O diretor executivo do Funorte, Cristiano Dias Júnior, disse ao JORNAL DE NOTÍCIAS, que trabalha com o número extraoficial de dez clubes inscritos no campeonato, mas acredita haverá mudanças. Segundo ele, as constantes mudanças no comando da Federação Mineira de Futebol (ontem, por meio de liminar, o presidente Paulo Schettino conseguiu voltar à presidência), certamente forçará a abertura de um novo prazo de inscrições. “Há mais do que dez clubes interessados”, disse.
Sobre o grupo profissional, com a chegada do novo diretor de futebol, Estéfano Caetano, o clube adotou várias frentes para montar o elenco que disputará a competição. O ponto de partida, no entanto, está justamente no fim, já que o Funorte espera pelo encerramento do Mineiro do Módulo II, neste sábado, para acertar a contratação do técnico.

Luiz Eduardo, que comanda a líder URT no quadrangular final, é o primeiro nome da lista. Em 2008, ele era o treinador do Funorte na conquista da própria Segunda Divisão. Diante de uma recusa, até porque ele passaria a ser valorizado e aumentaria a pedida salarial caso conquiste o título com o clube de Patos de Minas, haveria ainda mais duas opções na lista do supervisor do Funorte.
“Quando o planejamento começa mais cedo, é muito comum você trabalhar com dois ou três nomes”, explicou Estéfano. Gilmar Estevam, que esteve por quatro temporadas seguidas no América de Teófilo Otoni, e o experiente Zezito, ex-URT, Caldense e Mamoré, são as outras duas opções para o cargo.

Da esquerda para direita: Luiz Eduardo, Zezito e Gilmar Estevam são pretendidos pelo FEC
Quase
Uma semana antes da rodada semifinal do Campeonato Mineiro, o Funorte fez uma sondagem junto ao presidente do Tombense, Lane Gaviolle, para uma parceria. Em caso de desistência da disputa da Série D do Brasileiro e a paralisação das atividades no segundo semestre, o clube da Zona da Mata cederia parte do grupo que ficou na quarta colocação geral do Campeonato Mineiro.

“Foi apenas uma sondagem e o Lane mostrou interesse, mas a conversa não evoluiu e até entendo, pois a campanha que o Tombense fez valorizou todo o grupo e a Segunda Divisão não tem a mesma projeção que as outras competições que acontecem no segundo semestre”, analisou Cristiano Júnior.



Dez anos de Estatuto do Torcedor: momento de reflexão



Por :  Gustavo Lopes Pires de Souza 

Apesar dos consideráveis avanços neste período, ainda há muito que ser implementado a fim de que o torcedor brasileiro seja, de fato, respeitado
Esta semana o Estatuto do Torcedor completou 10 anos. Entre erros e acertos, a legislação que protege os direitos do torcedor significou uma mudança de paradigma na visão do torcedor que passou a ser encarado como um consumidor.
E não poderia ser diferente, eis que o torcedor corresponde ao consumidor do espetáculo esportivo e por isso deve ter seus direitos respeitados. Aliás, direitos já consagrados pelo Código de Defesa do Consumidor.
Neste esteio, a grande relevância do Estatuto do Torcedor foi trazer tratamento específico a um consumidor específico. Assim, as questões atinentes aos eventos esportivos foram tratadas de maneira especial.
Na sua origem o Estatuto do Torcedor baseava-se no binômio direitos do torcedor – combate à violência. Posteriormente, em 2010, alterações trouxeram obrigações para as Torcidas Organizadas e a tipificação de crimes contra as relações de consumo dos torcedores.
A referida norma foi um verdadeiro marco na história do desporto brasileiro, especialmente do futebol. Os ingressos (bilhetes) e assentos passaram a ser numerados e os torcedores a ter o direito ao seguro por danos sofridos no evento esportivo.
As competições passaram a ser transparentes, instituindo-se um Ouvidor para receber críticas, sugestões e observações acerca da tabela e regulamento das competições.
E, pela primeira vez, desde que o Campeonato Brasileiro de Futebol passou a ser disputado em 1971, a competição de 2003 teve o sistema de "pontos corridos", onde a equipe que, após os dois turnos, marcasse o maior número de pontos seria declarada campeã.
A entidade responsável pela organização da competição, bem como a entidade de prática desportiva detentora do mando de jogo, foram equiparadas ao fornecedor, conforme definido no Código de Defesa do Consumidor – CDC. Assim, toda responsabilidade atribuída ao fornecedor pode ser cobrada da entidade organizadora da competição e da entidade de prática desportiva detentora do mando de jogo.
Ato contínuo, os torcedores passaram a ter os mesmos instrumentos processuais que os consumidores para defesa em juízo, notadamente a legitimidade do Ministério Público para a promoção de ações coletivas.
Um aspecto moralizador que deve ser destacado é a obrigatoriedade da escolha dos árbitros por meio de sorteio público, garantindo-se a transparência.
Não obstante isso, apesar dos consideráveis avanços, ainda há muito o que ser implementado a fim de que o torcedor brasileiro seja, de fato, respeitado.
Entretanto, para que os direitos do torcedor sejam realmente respeitados e aplicados, indispensável que o próprio cidadão confira legitimidade à legislação, pleiteando o cumprimento da lei sempre que se sentir lesado.
Ademais, com a profissionalização crescente do esporte e, especialmente, do futebol, torna-se necessário que os clube passem a enxergar a atenção e o respeito aos direitos do torcedor como investimento no seu mercado financeiro com a viabilidade de retorno financeiro e desportivo.
É triste identificar que após dez anos o Estatuto do Torcedor ainda engatinha. Por outro lado, é o momento de se buscar uma reflexão a fim de se incluir a atenção ao consumidor do evento esportivo como prioridade, especialmente no momento em que o país prepara-se para organizar os dois maiores eventos esportivos do mundo.


FONTE : UNIVERSIDADE  DO FUTEBOL

Identificação e Seleção de Talentos no Futebol



Por: Guilherme Figueiredo Machado e Israel Teoldo da Costa

O treinador é o principal responsável por dar estímulos que desenvolvam as potencialidades dos jogadores

Com a evolução do futebol ao longo dos anos, a necessidade da formação de jogadores vem ganhando um papel cada vez mais importante na estrutura da modalidade.
Para aumentar a possibilidade de aproveitar ao máximo os jogadores advindos das categorias de base, é necessário se investir naqueles que apresentam maior talento e, consequentemente, maior potencial para se destacarem neste esporte.
Segundo Weineck, o atleta talentoso é aquele que apresenta um desempenho esportivo acima da média levando em consideração o grupo de atletas em que este está inserido.
Como são muitos os aspectos que interferem no desempenho do atleta no futebol, é necessário, no momento da seleção de talento, levar em consideração esses aspectos, que são as capacidades físicas, técnicas, psicológicas e táticas do jogador.
Por muito tempo, a detecção de talentos se deu embasada, principalmente, no desenvolvimento físico do atleta, sendo muitas vezes selecionados àqueles que apresentavam estatura e força acima da média para a idade. Hoje, entende-se que esses são fatores realmente importantes para a modalidade, mas de longe são os preditores de alto rendimento.
Ainda tratando do aspecto físico na seleção de talento é necessário levar em consideração não só a estatura e força do jogador, mas também a velocidade, o tempo de reação, a capacidades coordenativas, capacidade aeróbia, capacidade de recuperação às cargas de treino/ jogo e outro fator muito importante que é o estado maturacional.
Em relação à capacidade técnica, entende-se esta como a execução dos gestos motores para a solução de tarefas advindas de cada situação, de maneira eficiente e com o máximo de economia de energia.
Para a avaliação desta capacidade, deve-se levar em consideração a habilidade do atleta em dominar, passar, chutar, cabecear e driblar.
Hoje, há uma grande valorização do atleta que é ambidestro, e dos jogadores que quanto mais novos desenvolvem um melhor domínio na condução de bola, possibilitando-os jogar de "cabeça erguida", aumentando sua capacidade de leitura do jogo, o que é imprescindível para o alto rendimento.
Quando tratamos do aspecto psicológico, nós devemos avaliar nos atletas a sua capacidade de liderança, a maneira como o jogador se relaciona com a equipe dentro e fora do campo, a criatividade, o controle emocional, a competitividade, a confiança, a aplicação aos treinamentos, a tolerância a frustração, a concentração e a disciplina.
Uma ação importante para trabalhar é aspecto psicológico é traçando o perfil psicológico do atleta através de avaliações, para potencializar os pontos fortes e diminuir os pontos fracos.
Já a capacidade tática, que por muitos autores tem sido considerada a mais importante para o alto desempenho no futebol, deixa de ser uma variável que poderia ser medida apenas de forma subjetiva pelos profissionais envolvidos na detecção de talentos e passa a contar com um instrumento, o Sistema de Avaliação Tática no Futebol (FUT-SAT). Este instrumento quantifica o desempenho tático do atleta, levando em consideração os dez princípios táticos fundamentais do futebol, que gera um parâmetro concreto na identificação da capacidade tática do jogador.
Além de identificar os talentos, é importante entender que este talento é atualizável, ou seja, um garoto que com 12 anos é considerado um talento no futebol, mas que não obteve estímulos adequados durante o processo de formação, em uma categoria mais avançada pode ser apenas mais um jogador dentre muitos.
Portanto, o papel do treinador é fundamental nesse processo, sendo ele responsável pela sistematização do treinamento a fim de dar estímulos que desenvolvam as potencialidades dos jogadores de maneira a manter "atualizado" esse talento.

FONTE: UNIVERSIDADE DO FUTEBOL

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Perfil da Reitora da UninCor - Universidade Vale do Rio Verde -Três Corações-MG

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Gleicione Aparecida Dias Bagne de Souza é uma das brilhantes profissionais da educação, Doutora em Educação , ex-supervisora pedagógica do UNIS/MG  e  Professora Universitária.
Pessoa conhecida por realizar suas atividades no Centro Universitário do Sul de Minas com exímia responsabilidade, esta competente mulher vem construiu uma história de respeito e prestígio na região sul mineira.
A Prof.ª Dr.ª Gleicione Aparecida Dias Bagne de Souza é uma profissional realmente inteligentíssima e, sobretudo, educada, tanto que estas são as principais características do trabalho desenvolvido no Ensino Superior.






UNIVERSIDADE VALE DO RIO VERDE - TRÊS CORAÇÕES-MG TEM UMA NOVA REITORA.




Por : Prof.Ms. Edison Santos

Em reunião realizada na última segunda-feira (13 de maio de 2013), a Professora Drª Gleicione Aparecida Bagne de Souza foi eleita e empossada a nova Reitora da Universidade Vale do Rio Verde (UninCor) Três Corações-MG 

Ela acumula, pro tempore, a função de Pró-Reitora de Graduação e Assuntos Acadêmicos. O Vice-Reitor é o Professor  Ms Marcelo Junqueira Pereira.

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão está sob a responsabilidade do Professor  Ms Carlos Manoel Frade; Na Pró-Reitoria de Assuntos Administrativos o comando é do Professor EspTúlio Marcos Romano

Fonte: Unincor News