domingo, 6 de julho de 2014

MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS

Por: Mauricio Miguel Gadbem
FERNANDO É FESTEJADO POR ESTAR CAMINHANDO COM O AUXILIO DE PRÓTESE!

Prof.Ms.Edison Santos e seu aluno do Colégio de Aplicação ,Willian Peixinho.



Inicialmente, dois novos participantes do grupo se apresentaram: Fátima, mãe de Ives, um rapaz de 24 anos que há 19 anos está na APAE, nos questionou sobre os benefícios governamentais que seu filho tem direito? Então, para um melhor esclarecimento, dela e de outros que tem outras dúvidas semelhantes, disse que convidei para estar conosco em nossa próxima reunião o advogado, Dr. Marco Antônio Oliveira Gibram, que prontamente aceitou o convite.

E, o professor Edison, ex-coordenador do curso de Educação Física da UNINCOR, que nos falou de sua preocupação com a capacitação dos professores para lidarem com alunos com deficiências: problemas de audição, hiperatividade, etc. Ele que também é autor no blog ‘Os PELÉS’, nos sugeriu algumas ações, e se propôs a estar conosco em nossas reuniões semanais.

Discutimos alguns problemas de acessibilidade nas calçadas de nossa cidade, inclusive nas ruas centrais, por buracos, pavimentação inadequada, acúmulo de lixo, e outros.

E, sobre nosso Projeto de Iniciativa Popular que pretende criar o Censo Municipal da Pessoa com Deficiência, decidimos recolher as listas de assinaturas em 15 dias, quando teremos uma noção do que levantamos até então de adesões.

Falei sobre o contato que a equipe da UNAPED teve com a assessoria da deputada Mara Gabrilli, solicitando livros a serem distribuídos a empresários que aderirem ao projeto.

E, sobre a portaria 1272 do Ministério da Saúde, comuniquei sobre o contato que tive com Thaís Rezende Sandy, coordenadora do Centro de Reabilitação da FHEMIG, para o levantamento dos beneficiários desta portaria que prevê a doação de cadeiras de rodas motorizadas.

Li para o grupo, um ofício encaminhado pelo COPED, assinado pelo seu presidente Sr. Márcio Henrique de Oliveira Pereira, esclarecendo a dificuldade de auxiliar, como solicitado, o Sr. Fernando Amorin, membro do grupo, e que tem sua locomoção comprometida pela dificuldade de acessibilidade em nossa cidade. Aliás, Fernando foi nesta reunião festejado por todos: depois de muitos meses, é a primeira vez que o vimos caminhando com o auxílio de prótese, sem sua cadeira de rodas.

Renato nos falou sobre nova legislação que ampara, agora, também os que têm deficiência auditiva parcial.

E, por fim, Rafael Bart retomou a idéia de fazermos reuniões itinerantes pelos bairros de nossa cidade, quando decidimos que, pelo menos, uma vez ao mês, a partir do próximo semestre, nos reuniremos desta forma.

Para você que ainda não conhece o grupo, venha em nossas reuniões semanais, às quartas-feiras, na Escola do Legislativo, a partir das 19h00, e ajude a construir uma nova forma de fazer política pública!



fonte: www.doutormauricio.com

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Narrando com as mãos: surdos torcem pela Seleção com muito barulho e sinais

A família Gaspar, que tem mais de 20 surdos, mostra como é acompanhar uma partida de futebol mesmo sem ouvir o apito do juiz.

Publicada em 30 de junho de 2014


O movimento no apartamento de Priscilla Gaspar era um entra e sai sem fim. Busca travessa, pega copos, traz salgadinhos, não se esquece também dos mousses na geladeira. Enquanto isso, Cezar de Oliveira, seu marido, ajustava um telão improvisado no salão de festas do condomínio. Durante o jogo entre Holanda e Chile, discutia com o cunhado sobre quem seria um melhor adversário nas oitavas.

A confusão era parecida com a de muitas outras famílias nesta segunda-feira (23), horas antes da partida do Brasil contra Camarões pela Copa do Mundo. A diferença era a provisória quietude: a comunicação era com a língua de sinais. Surdos, Priscilla e Cezar aproveitavam o aniversário de sua filha do meio para reunir familiares e amigos e assistir juntos ao jogo.

O silêncio logo acabaria. As crianças, empolgadas com buzinas e apitos, chegaram fazendo festa com os primos. Sem sofrer com os sons estridentes, brincavam de apitar na orelha alheia. “Na mamãe não! Que a mamãe escuta e machuca!”, gritou, entre sinais, Renata Gaspar, a cunhada-intérprete de Priscilla, ao ser vítima da peça do filho mais novo surdo profundo.

Com mais de 30 convidados, a festa talvez não ocorresse do mesmo modo alguns anos atrás. A mãe da anfitriã, Silvia Sabanovaite, lembra que quando era jovem havia mais preconceito e vergonha.

“No meu tempo era vergonhoso mostrar a deficiência. Eu via que muitos surdos se escondiam quando estavam conversando em Libras. Chegavam a parar de falar quando alguém se aproximava e só voltavam a sinalizar quando estavam sozinhos novamente”, afirma.

Desde então, muita coisa mudou. “Hoje é mais fácil porque tem leis que favorecem os surdos. Na minha época era muito diferente, não tinha troca com ouvintes. Eu tive sorte de ser oralizada”, diz Silvia.

Em 1991, a Lei das Cotas reservou vagas de emprego para pessoas com deficiência. Em 2002, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) recebeu o status de “meio legal de comunicação” no país, possibilitando que três anos depois fosse criada a lei que garante o direito a intérprete em salas de aula e criação de escolas especiais bilíngues.

Vida diferente
A mudança de visão sobre a comunidade surda é percebida na vida de Priscilla. Seu pai foi aluno de escola que ensinava apenas Libras, já Silvia frequentou escolas regulares que visavam “oralizar” os deficientes, fazendo com que aprendessem a falar e a ler lábios. Criada com grande influência da avó materna, Priscilla acabou sendo educada para a oralidade, mas aprendia sinais em casa.

“Eu fui matriculada em uma escola de ouvintes, mas cresci e comecei a aprender sinais, que meu pai me ensinava escondido. A fonoaudióloga me proibia de fazer sinais, mas como eu ia me comunicar com ele se não era oralizado? Quando ela entendeu, aceitou”, afirma.

Em seu último ano na faculdade de pedagogia, a lei que garante intérpretes em sala de aula entrou em vigor. Mesmo assim, ela optou pela educação especial para as três filhas. “A minha preocupação é que elas encontrem a identidade delas, se sintam felizes e tenham contato com a Libras”.

Natasha, que completou sete anos no dia da vitória do Brasil, já começa a se interessar em ir para a fono. “Eu não estou preocupada com a idade em que elas aprendam a falar, tem um tempo certo.”

Já Reynaldo Falchi, irmão de Renata, a cunhada-intérprete, se preocupa com a idade que a filha começará a falar. Filha de surdos, a pequena Laura nasceu ouvinte. Como as vozes dos dois são diferentes, ele teme que a criança não aprenda tão bem quanto outras crianças da mesma idade.

Por isso, durante a semana a menina de um ano vai à escola, onde tem contato com outros ouvintes e aos fins de semana, tem contato com os sinais. “Eu quero que ela seja bilinguista. Ela é pequena, mas já sabe alguns sinais de banho, para comer...”, diz o pai orgulhoso.

Torcida
“Vai! Vai! Vai! Vai!”, gritavam todos ao ver Neymar se aproximando da área e driblando o jogador camaronês. Quando ele marcou o segundo gol brasileiro, dando fim à angústia do empate, eram gritos e buzinas, dançinhas e abraços. No calor da comemoração, não era fácil dizer quem era ouvinte e quem não era.

Quem passasse pelo salão possivelmente nem pensaria como talvez há alguns anos esse encontro não acontecesse. Provavelmente nem imaginaria que se tratava de um grupo com mais de vinte surdos. Contrariando expectativas, a animação com o jogo não era silenciosa (como pode ser visto no vídeo abaixo). Não só pelas buzinas, mas os gritos exaltados durante todo o jogo. Os palavrões também existiam mas, por alguma razão, eles sim, eram silenciados para os não fluentes em língua de sinais.

Fonte: Época

A importância da prática esportiva para pessoas com deficiência

egração Esportiva do Deficiente Físico...
Daniel Limas, da reportagem do Vida Mais Livre
 
Dizer que a prática de esportes é muito importante para as pessoas de todas as idades é chover no molhado. Já está mais que comprovado que praticar esportes com regularidade traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental dos praticantes, além de melhorar a qualidade de vida. Para as pessoas com deficiência, praticar esportes pode representar muito mais que saúde.
 
São vários os aspectos positivos. O esporte melhora a condição cardiovascular dos praticantes, aprimora a força, a agilidade, a coordenação motora, o equilíbrio e o repertório motor. No aspecto social, o esporte proporciona a oportunidade de sociabilização entre pessoas com e sem deficiências, além de torná-lo mais independente no seu dia a dia. Isso sem levar em conta a percepção que a sociedade passa a ter das pessoas com deficiência, acreditando nas suas inúmeras potencialidades.
 
No aspecto psicológico, o esporte melhora a autoconfiança e a autoestima, tornando-as mais otimistas e seguras para alcançarem seus objetivos. “O esporte é muito importante para o sentimento de que tudo é possível dentro das minhas limitações e adaptações para execução daquilo que desejo fazer ou praticar”, explica Ademir Cruz de Almeida, presidente da ABDF (Associação Brasileira de Desportos para Deficientes Físicos) e da WAFFSite externo. (World Amputee Football Federation).
 
Patrícia Camacho (na foto acima), coordenadora de projetos da Ciedef Site externo.(Associação para a Integração Esportiva do Deficiente Físico), é da mesma opinião. “Além dos ganhos físicos, a prática esportiva é uma forma de interação social, de ultrapassar limites e consequente melhora da autoestima e posicionamento da pessoa com deficiência na sociedade.”
 
Foi um pouco do que aconteceu com Ademir, que pratica esporte há 22 anos. “Além de melhorar a autoestima e a confiança em nós mesmos, o esporte traz o sentimento muito favorável de que podemos realizar muitas coisas.”
 
Jogadores de futebol para amputados comemoram vitóriaO presidente da ABDF conta também que já praticou natação, voleibol sentado, atletismo e, atualmente, se dedica ao futebol para amputados, que ainda não é uma modalidade paraolímpica, mas é uma prática em que o Brasil se destaca e é tetra-campeão. Sua relação com o esporte começou com um convite de um preparador físico que o estimulou a nadar. Chegou a praticar as atividades junto com pessoas sem deficiência e posteriormente resolver se dedicar ao paradesporto.
 
“Hoje, sonho que o futebol para amputados se torne paraolímpico um dia. Essa modalidade já me proporcionou vários momentos inesquecíveis na minha vida e oportunidades de crescimento cultural, social, político etc. Tudo o que tenho hoje foi graças ao paradesporto”, orgulha-se.
 
Esporte para todos?
 
Todas as práticas esportivas devem ter um acompanhamento médico. Essa é uma regra que vale para qualquer pessoa. Caso a pessoa tenha, por exemplo, alguma doença ou limitação cardíaca, respiratória ou circulatória, é fundamental que um médico avalie os riscos da prática esportiva. “É fundamental ter condições físico-motoras para desenvolver a atividade escolhida e estar sob orientação de um profissional especializado”, explica Patrícia.
 
Ademir também sugere que o interessado escolha, de acordo com as suas limitações, a atividade física que melhor pode ser desempenhada. Após estas etapas, é importante procurar os clubes, associações e academias que trabalham com a modalidade pretendida.
 
Modalidades
 
São vários os esportes praticados em todo o mundo e novidades sempre surgem nessa área. No Brasil, as mais comuns são: Natação, Atletismo, Basquete em cadeiras de roda, Voleibol sentados, Futebol de cinco, Futebol de Paralisados Cerebrais, Tênis, Tênis de mesa e Bocha. “Todos os esportes têm uma série de adaptações e regras específicas. Além disso, existem dentro das mesmas modalidades classificações funcionais, para dar condição de igualdade e competitividade”, explica Ademir.
 
Esportes mais comuns por tipo de deficiência:
 
Pessoas com deficiência visual: atletismo, ciclismo, futebol, judô, natação, goalball, hipismo, halterofilismo e esportes de inverno.
 
Pessoas com deficiência auditiva: atletismo, basquetebol, ciclismo, futebol, handebol, natação, vôlei, natação, e muitas outras (quase as mesmas das pessoas sem deficiência, pois não existem grandes limitações dos deficientes auditivos).
 
Pessoas com deficiência física: atletismo, arco e flecha, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol para amputados e paralisados cerebrais, halterofilismo, hipismo, iatismo, natação, rugby, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa, voleibol sentado e para amputados e modalidades de inverno.

fonte: http://vidamaislivre.com.br/especiais/materia.php?id=535&/a_importancia_da_pratica_esportiva_para_pessoas_com_deficiencia

MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS,MEMORIAL DA INCLUSÃO


Por: Mauricio Miguel Gadbem

OS CAMINHOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA


Fui visitar o Memorial da Inclusão, prédio imponente que integra o Memorial da América Latina, em São Paulo. O ‘Memorial’ é um resgate da luta e das vitórias do movimento social da pessoa com deficiência (PcD), com o intuito de fomentar a reflexão, pesquisas e discussões que inspirem ações concretas na perspectiva da construção de uma sociedade para todos.

O Memorial está abrigado junto à Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo que, desde 2008, cumpre seu objetivo de incentivar, implementar, e acompanhar as políticas públicas, no que se referem às PcD.



O Memorial é uma exposição composta de documentos oficiais, fotografias, cartazes, livros, revistas, caricaturas, vídeos, etc., e retrata as bandeiras de luta das PcD: é um conteúdo que não esgota o assunto, mas contribui para dar visibilidade às conquistas deste segmento social.

Ana, que me recebeu, presenteou-me com livros e vídeo: “Acessibilidade nos municípios”, “30 anos do Ano Internacional das Pessoas com Deficiência”, “Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência”, entre outros.


fonte: http://www.doutormauricio.com/

MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS,PORTARIA 1272 DO MINISTÉRIO DA SAÚDE: CADEIRAS DE RODAS MOTORIZADAS


Por:Mauricio Miguel Gadbem

RÁDIO TROPICAL DIVULGA MINHA INDICAÇÃO AO EXECUTIVO

Estive na Rádio Tropical, a convite da jornalista Elisamara Resck, para falar, entre outras pautas, sobre a indicação que fiz ao Executivo Municipal, para que o município venha a aderir à PORTARIA 1272 do Ministério da Saúde, que ‘doa cadeiras de rodas motorizadas’ aos cadeirantes que possam utilizá-las.

Expliquei que este processo depende da disponibilidade de nossa secretaria de saúde de construir o que chamam de Série Histórica, que nada mais é, que o levantamento de todos aqueles que podem se beneficiar desta operação. Construída esta Série, o Ministério regularmente passa a disponibilizar verbas mais polpudas a cada ano para nossa cidade e região. O primeiro custeio desta doação está a cargo das prefeituras, mas logo depois de entregue a Série, estas prefeituras são ressarcidas nos valores que empregaram.

No ano passado, este Ministério já havia oportunizado esta portaria, mas nosso município não aderiu. Agora, novamente, estão reabrindo a portaria, por mais seis meses, e acredito que não podemos perder esta oportunidade.

Trabalho semelhante, de tentativa de adesão a esta portaria 1272, está sendo feita na FHEMIG, no setor de Reabilitação Física, que tem à frente a competente fonoaudióloga Thaís Rezende Sandy.

O Centro de Reabilitação já faz a doação, ainda em número muito limitado, de órteses e próteses àqueles que necessitam, e para ampliar esta doação é preciso a tal Série Histórica que ‘dirá’ ao governo federal sobre as nossas necessidades. Só em nossa cidade, Thaís já tem cerca de 60 cadeirantes cadastrados para receber este benefício.

Quando estive com ela, na FHEMIG, ela estava entregando uma cadeira de rodas nova ao Sr. Antônio, e ela me disse que ele era um destes pacientes que poderia se beneficiar em ter uma ‘cadeira de rodas motorizada’.
fonte: http://www.doutormauricio.com/2014/06/02062014-movimento-tr3s-coracoes-sem.html

MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS

Por: Mauricio Miguel Gadbem



HISTÓRIAS QUE MUITOS SABEM, MAS POUCOS PODEM OUVIR

É curioso como a cada reunião de nosso grupo, novas pessoas se aproximam trazendo suas histórias, marcadas de luta e sofrimento, em geral após algum acidente em que se tornaram portadora de alguma deficiência. Nesta reunião não foi diferente: ouvimos os casos de César e Maria Aparecida. E, como sempre, nos dispomos a auxiliá-los nas suas necessidades mais prementes, e já o estamos fazendo.

E, novas listas de assinaturas para adesão ao PROJETO DE INICIATIVA POPULAR que estamos implementando, foram distribuídas, enquanto outras listas, já preenchidas foram recolhidas.

O pessoal da UNAPEDHermes e Matheus, falaram sobre o andamento deste projeto que objetiva a CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL das pessoas com deficiências, que criamos em parceria com a UNINCOR.

E, mais uma vez falamos sobre o nosso primeiro aniversário, a ser comemorado nesta semana, quando iremos receber na próxima quinta-feira, o Dr. Adolfo, que nos falará sobre “INSERÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO“.

Nossa próxima reunião será na quarta-feira que vem, na Escola do Legislativo, 19h00, para a qual todos que se interessar por essa causa estão convidados!

fonte: http://www.doutormauricio.com/2014/06/02062014-movimento-tr3s-coracoes-sem.html

quarta-feira, 2 de julho de 2014

REUNIÃO DO MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS:

Por: Mauricio Miguel Gadbem

MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS: o professor Edison, do curso de Educação Física da Unincor é o mais novo integrante do grupo! E, olha o Fernando em pé! E a Fátima, também nova no grupo, veio falar sobre seu filho, Ives, querendo saber se ele tem direito a receber algum beneficio governamental.
Bem, é com essa dinâmica que se desenvolve o nosso grupo. Participe você também de nossa luta pelos direitos das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Foto: MOVIMENTO TR3S CORAÇÕES SEM DEGRAUS: o professor Edison, do curso de Educação Física da Unincor é o mais novo integrante do grupo! E, olha o Fernando em pé! E a Fatima, também nova no grupo, veio falar sobre seu filho, Ives, querendo saber se ele tem direito a receber algum beneficio governamental.

Bem, é com essa dinâmica que se desenvolve o nosso grupo. Participe você também de nossa luta pelos direitos das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Descurtirfonte: www.facebook.com/mauriciomiguel.gadbem?fref=tl_fr_box